
GRAMA ESMERALDA
UTILIZAÇÃO

Paisagismo, cobertura vegetal, proteção de taludes e campos
esportivos com média utilização
LUMINOSIDADE
LUMINOSIDADE

Sol pleno ou pouco sombreamento
Baixa exigência

MANUTENÇÃO
Baixa exigência
PISOTEIO OU ULTILIZAÇÃO

Média capacidade
RESISTÊNCIA A SECA

Média
VELOCIDADE DE RECUPERAÇÃO

Média / baixa
COMERCIALIZAÇÃO

Tapetes e Maxi - rolos
Ampla utilização, muita atenção ao sombreamento em projetos paisagÃsticos e
também quantidade de pisoteio em campos esportivos ou playgrounds.
• A mais recomendada para cobertura vegetal e proteção de taludes, devido ao seu
enraizamento profundo e baixa manutenção (gramados com pouco investimento).

GRAMA IMPERIAL
UTILIZAÇÃO

Paisagismo, cobertura vegetal, proteção de talubes e campos esportivos com média utilização
LUMINOSIDADE

Sol pleno ou pouco sombreamento
MANUTENÇÃO

Baixa exigência
PISOTEIO OU UTILIZAÇÃO

Média capacidade
RESISTÊNCIA A SECA

Média alta
VELOCIDADE DE RECUPERAÇÃO

Média alta
COMERCIALIZAÇÃO

Tapetes e Maxi - rolo
FREQUÊNCIA DE PODA

Baixa
ALTURA DA PODA

3 a 5 cm
LARGURA DA FOLHA

Média/Larga
CRESCIMENTO

Lento
Ampla utilização, muita atenção ao sombreamento em projetos paisagísticos e também quantidade de pisoteio em campos esportivos e playgrounds.
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A mais recomendada para cobertura vegetal e proteção de talubes, devido ao seu enraizamento profundo e baixa manutenção (gramados com pouco investimento)

GRAMA SÃO CARLOS PLUS

UTILIZAÇÃO
Paisagismo, cobertura vegetal.

LUMINOSIDADE
Sol pleno ou médio sombreamento

MANUTENÇÃO
Média exigência

PISOTEIO OU UTILIZAÇÃO
Baixa capacidade

RESISTÊNCIA A SECA
Média/Baixa
VELOCIDADE DE RECUPERAÇÃO

Média/Baixa

COMERCIALIZAÇÃO
Tapetes

FREQUÊNCIA DE PODA
Baixa

ALTURA DA PODA
5 a 7 cm

LARGURA DA FOLHA
Larga
Exelente opção de folhas largas para áreas a pleno sol e também com sombreamento.
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Muito adaptada aos climas brasileiros, exige maiores cuidados principalmente com a altura e frequência de poda.
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Considerada grama nativa, opção para projetos exclusivos.
Pré-Plantio de grama
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ERRADICAÇÃO DE ERVAS DANINHAS
Você deve erradicar as ervas daninhas da área a ser gramada. Esta operação pode ser feita através da capina mecânica ou química (lembramos que a utilização de produtos químicos deve ser feita com acompanhamento técnico de um Engenheiro Agrônomo, de acordo com o capítulo VI do Decreto 4074 | Art. 64).
A Itograss possui uma equipe de engenheiros agrônomos especializada no assunto para te auxiliar na melhor solução para cuidar e tratar do seu gramado.
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PREPARAÇÃO DO SOLO NO PRÉ-PLANTIO DE GRAMA
Para um melhor e mais rápido enraizamento dos tapetes, recomendamos a descompactação da camada superior do solo. Dependendo do tamanho da área pode-se utilizar um arado, grade, enxada rotativa ou mesmo uma enxada normal, para o revolvimento de no mínimo uma camada superficial de 20 cm do solo.
É importante que esta operação alcance esta profundidade, pois algumas variedades de gramas possuem um sistema radicular que pode alcançar grandes profundidades, e isto ocorrendo, você terá um gramado mais saudável e mais resistente às secas.
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ADUBAÇÃO E CALAGEM NO PRÉ-PLANTIO
Sempre que possível, é recomendado a realização de uma amostragem de solo, para uma recomendação mais segura e talvez mais econômica, caso não seja possível deve-se utilizar as seguintes quantidades:
300 g/m² de Calcário Dolomítico
250 g/m² de Super Simples
3 a 5 kg/m² de Matéria Orgânica, estabilizada ou mesmo condicionadores de solo (opcional).
Todos os produtos devem ser incorporados no momento do preparo do solo, para promover o enraizamento dos tapetes.
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NIVELAMENTO NO PRÉ-PLANTIO DE GRAMA
Realizar corretamente esta operação é muito importante para a qualidade final do gramado, pois após a implantação dos tapetes, torna-se difícil a correção de irregularidades.
Esta operação pode ser realizada com a utilização de implementos específicos em grandes áreas ou mesmo manualmente em áreas menores.
É importante tomar cuidado para realizar esta operação, para não compactar demasiadamente o solo na utilização de implementos pesados, principalmente quando o solo for predominantemente argiloso.
PLANTIO DE GRAMA
Preparando o terreno
Procure efetuar o plantio o mais rápido possível após o descarregamento, lembramos que os tapetes são mudas de gramas, e caso fiquem muito tempo expostas ao sol e chuva, sem serem plantadas, vão perder a qualidade.
O terreno já deve estar no seu nivelamento ideal, qualquer falha ou desnivelamento será acompanhada pelos tapetes, e de difícil correção após o enraizamento.
Efetuando o plantio
Faça uma leve irrigação no solo, isto facilitará o enraizamento inicial
.Plante os tapetes sem deixar espaços, um o mais próximo do outro possível. Isto evitará a germinação de sementes de ervas daninhas.
Cuidados após o plantio
Após o plantio dos tapetes, utilize um soquete leve ou mesmo um rolo para compactar o tapete ao solo, o que facilita o enraizamento e corrige pequenas imperfeições no nivelamento final.
Os tapetes possuem as seguintes dimensões: 62,5 x 40 cm, porém podem ser cortados para ajustes de áreas.
Caso ocorra alguma falha entre os tapetes, complete estes espaços com areia média lavada de boa procedência.
Manutenção de grama
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IRRIGAÇÃO PARA MANUTENÇÃO DE GRAMADO
O uso racional da água é fundamental nos dias atuais, portanto realizar um bom preparo de solo vai trazer a você uma futura economia no uso da água, assim como um sistema de irrigação bem dimensionado e regulado. Após o enraizamento, é necessário acompanhar o desenvolvimento do gramado, que vai variar conforme a época do ano, e assim definir a quantidade de água necessária. Lembrando que tanto a falta como o excesso de água é prejudicial ao gramado, podendo promover a reinfestação de ervas daninhas e o aparecimento de doenças.
DICAS
Com ou sem um sistema de irrigação, é importante sempre observar a reação do seu gramado a quantidade de água disponibilizada.
Faça alguns testes durante o ano aumentando ou diminuindo o espaçamento e a intensidade das operações.
Caso as folhas do gramado se enrolem, isto é um sintoma de que a planta já está sofrendo com stress hídrico, fique atento!
É muito melhor uma operação de rega mais intensa que atinja uma camada mais profunda do solo, do que várias menos intensas.
Caso tenha alguma dúvida específica, ou queira mais detalhes de Pré-Plantio, Pós-Plantio, Manutenção ou de Pragas e Doenças, que não tenha encontrado aqui, envie sua dúvida para o Dr. Grama, através do nosso formulário, que nossos engenheiros agrônomos especializados em gramados, irão te retornar.
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PODA PARA MANUTENÇÃO DE GRAMA
Um gramado na altura ideal (que varia conforme o tipo de grama e sua utilização), é mais resistente a doenças, pragas e a reinfestação de ervas daninhas. Se pudermos recomendar algum procedimento, é sempre manter o gramado com a altura recomendada (ex. Esmeralda e Imperial: 3 cm e São Carlos: 4 cm), e sempre que o gramado crescer no máximo 1/3 desta altura realizar a poda.
DICAS
Um grande volume de aparas é prejudicial ao gramado, promovendo o aparecimento de doenças e diminuindo a eficiência da adubação. Será necessário retirar as aparas do gramado se a quantidade for muito grande. Se obedecermos a frequência ideal, a pequena quantidade produzida poderá fazer bem ao seu gramado.
Se o seu gramado fica muito queimado ou manchado após a poda é sinal que esta operação está sendo feita de forma errada, diminua o tempo entre as operações, ou aumente a altura até diminuir este efeito.
Em áreas sombreadas lembre-se de manter o gramado mais alto, em torno de 5 cm. Nesta situação de luminosidade, nunca realize podas muito baixas.
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ADUBAÇÕES PARA MANUTENÇÃO DE GRAMA
A nutrição de um gramado estabelecido deve ser realizada sempre com a recomendação de um técnico, pois da mesma forma que a irrigação, o excesso ou a falta de adubo e nutrientes podem causar problemas para o gramado. Por este motivo, é sempre bom consultar um profissional do ramo.
DICAS
Procure sempre realizar a adubação no verão, pois este é o período em que o gramado vai melhor responder a esta operação.
Evite adubar no outono ou inverno, se necessário procure um técnico de confiança, pois se realizado de forma errada pode favorecer o aparecimento de doenças.
Se necessário, deixe para realizar a adubação assim que as temperaturas aumentarem e começar o período chuvoso.
Procure sempre um adubo de cobertura com a formulação equilibrada na relação Nitrogênio (N) e Potássio (K).
Se a área do gramado for grande, recomendamos a utilização de adubadeiras. Caso você não disponha destes equipamentos, divida a área gramada em partes menores e calcule a quantidade de adubo para estas áreas. Desta forma, a adubação ficará mais homogênea.
Pragas e Doenças de grama
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RECOMENDAÇÕES PARA PRAGAS DE GRAMA
Quando o assunto é pragas e doenças em gramados, o termo prevenção é sempre o mais importante, isto porque após qualquer ataque o dano no gramado já estará feito e bem visível, e levaremos algum tempo para recuperar a beleza original.
O controle preventivo mais importante é uma manutenção equilibrada, seguindo o que manda a técnica.
Basicamente o uso correto, sem excesso ou déficit, da água de irrigação e dos adubos, assim como a poda na frequência e altura corretas, vão diminuir em muito o ataque de doenças e pragas.
Lembramos também que é sempre recomendado buscar a ajuda de empresas ou técnicos especializados.
A seguir listaremos os principais problemas nesta área que atacam nossos gramados.
Caso tenha alguma dúvida específica de Pré-Plantio,Pós-Plantio,Manutenção ou de Pragas e Doenças, que não tenha encontrado aqui, envie sua dúvida para o Dr. Grama, através do nosso formulário, que nossos engenheiros agrônomos especializados em gramados, irão te retornar.
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RIZOCTONIA
Época do ano: Inverno e Primavera.
Solos: Todos.
Regiões: Todo o Brasil.
Condições climáticas: Alta umidade e baixas temperaturas noturnas.
Gramas: Todas as variedades produzidas, com maior índice de ataque nas Zoysias.
Condições nutricionais: Excesso de adubações nitrogenadas.
Tratos culturais: Evitar irrigações no final da tarde no outono e inverno. Melhorar a drenagem. Adube no verão, não na primavera. Elimine thatch.
Sintomas: Manchas circulares amareladas com diâmetros de pequenos centímetros a 2 metros.
Nível de dano: Alto potencial com difícil controle.
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ESCLEROTÍNIA
Época do ano: Primavera e Verão.
Solos: Todos.
Regiões: Todo o Brasil.
Condições climáticas: Baixa umidade.
Gramas: Todas as variedades produzidas, com maior índice de ataque nas Bermudas.
Condições nutricionais: Falta de nitrogênio.
Tratos culturais: Regularizar a irrigação. Evitar deixar as folhas úmidas (menos frequência, porém com maior volume de água). Elimine o thatch. Regularize a adubação nitrogenada.
Sintomas: Pequenas manchas circulares amareladas ou secas de 2 a 3 cm de diâmetro.
Nível de dano: Baixo potencial com fácil controle.
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FERRUGEM NA GRAMA
Época do ano: Primavera e Verão.
Solos: Todos.
Regiões: Todo o Brasil.
Condições climáticas: Alta umidade.
Gramas: Todas as variedades produzidas.
Condições nutricionais: Falta de nitrogênio.
Tratos culturais: Regularizar a irrigação. Evitar deixar as folhas úmidas (menos frequência, porém com maior volume de água). Elimine o thatch. Regularize a adubação nitrogenada.
Sintomas: Presença de esporos laranja ou ferrugem na folha.
Nível de dano: Baixo potencial com fácil controle.
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CARVÃO
Época do ano: Primavera e Verão.
Solos:Todos.
Regiões: Todo o Brasil.
Condições climáticas: Períodos de baixa umidade (seca) seguido de chuvas e e altas temperaturas.
Gramas: Todas as variedades produzidas.
Condições nutricionais: Falta de nitrogênio.
Tratos culturais: Regularizar a irrigação. Evitar deixar as folhas úmidas (menos frequência, porém com maior volume de água). Elimine o thatch. Regularize a adubação nitrogenada.
Sintomas: Presença de esporos preto na folha.
Nível de dano: Baixo potencial com fácil controle.
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ANEL MÁGICO
Época do ano: Primavera e Verão.
Solos: Todos.
Regiões: Todo o Brasil.
Condições climáticas: Períodos de baixa umidade (seca) seguido de chuvas e altas temperaturas.
Gramas: Todas as variedades produzidas.
Condições nutricionais: Falta de nitrogênio.
Tratos culturais: Evite a utilização de matéria orgânica enquanto ocorrer o ataque. Faça uma adubação nitrogenada para disfarçar o sintoma. Aumente a irrigação. Elimine o thatch. Aumente a altura de corte.
Sintomas: Manchas circulares no gramado com bordas mais escuras, com a presença ou não de cogumelos.
Nível de dano: Baixo potencial com fácil controle.
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CUPINS
Época do ano: Outono e Inverno.
Solos: Todos.
Regiões: Sudeste e Centro Oeste.
Condições climáticas: Períodos de baixa umidade (seca).
Gramas: Todas as variedades produzidas, com maior índice de ataque nas Zoysias.
Sintomas: Caminhos ou trilhas no gramado, formada por grama cortada.
Nível de dano: Baixo potencial com fácil controle.
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LAGARTAS DE GRAMA
Época do ano: Primavera e Verão.
Solos: Todos.
Regiões: Todo o Brasil.
Condições climáticas: Alta Umidade e altas temperaturas.
Gramas: Todas as variedades produzidas, com maior índice de ataque nas Bermudas.
Sintomas: No início do ataque, pequenas manchas brancas na folha. Após esta fase, a grama fica com aspecto de cortada.
Nível de dano: Alto potencial com fácil controle.
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PAQUINHAS
Época do ano: Todas as estações.
Solos: Principalmente nos arenosos.
Regiões: Todo o Brasil.
Condições climáticas: Alta umidade e altas temperaturas.
Gramas: Todas as variedades produzidas.
Sintomas: Pequenos buracos no gramado com caminhos ou trilhas em volta na região dos estolões e rizomas.
Nível de dano: Alto potencial com difícil controle.
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COCHONILHAS
Época do ano: Primavera e Verão.
Solos: Todos.
Regiões: Todo o Brasil.
Condições climáticas: Alta umidade e altas temperaturas.
Gramas: Todas as variedades produzidas.
Sintomas: Manchas escuras no gramado, como falta de água. A grama sai facilmente como se seu sistema radicular estivesse morto ou apodrecido.
Nível de dano: Alto potencial com difícil controle.
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ÁCAROS
Época do ano: Inverno e Primavera.
Solos: Todos.
Regiões: Todo o Brasil.
Gramas: Todas as variedades produzidas, principalmente as Zoysias e Bermudas.
Sintomas: Gramas com um aspecto de superbrotamento formado por folhas pequenas.
Nível de dano: Baixo potencial com fácil controle.
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MINHOCAS
Época do ano: Primavera e Verão.
Solos: Todos.
Regiões: Todo o Brasil.
Condições climáticas: Alta Umidade e altas temperaturas
Gramas: Todas as variedades produzidas.
Tratos culturais: Diminua a irrigação. Retire as aparas produzidas pela poda. Diminua o thatch. Faça uma leve cobertura com areia grossa.
Sintomas: A grama solta com facilidade e verifica-se a presença de pequenos montículos de terra sobre o gramado.
Nível de dano: Alto potencial com difícil controle.
​
CORÓS
Época do ano: Primavera e Verão.
Solos: Todos.
Regiões: Todo o Brasil.
Condições climáticas: Alta Umidade e altas temperaturas.
Gramas: Todas as variedades produzidas.
Sintomas: Dependendo da espécie pode ocorrer vários buracos no gramado, principalmente perto de postes de luz, como também manchas escuras no gramado, como falta de água. A grama sai facilmente como se seu sistema radicular estivesse morto ou apodrecido.
Nível de dano: Alto potencial com difícil controle.

